O que é o projeto Comer Pra Quê nas Periferias?
O projeto “Comer Pra Quê nas Periferias” é uma iniciativa do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social (MDS) que visa promover a segurança alimentar entre os jovens das periferias urbanas. Ele se propõe a trabalhar com a formação e a capacitação de jovens, abordando questões de alimentação saudável, nutrição e geração de conhecimento sobre a realidade local.
Quem pode se inscrever para as bolsas?
A participação no programa é destinada a jovens que possuem idades entre 18 e 29 anos e residem nas 27 capitais brasileiras. É uma oportunidade para aqueles que desejam estar mais envolvidos em sua comunidade e impactar questões relacionadas à alimentação e nutrição.
Como funcionam as etapas da seleção?
O processo de seleção consiste em duas etapas principais. Na primeira, será avaliada a trajetória dos candidatos, seu engajamento social, criatividade e habilidades de comunicação. Na segunda etapa, será verificada a capacidade de mobilização de cada participante, isto é, como eles conseguem incentivar outras pessoas dentro de seu território. Assim, a seleção não se baseia apenas na ordem de inscrição, mas também nas experiências e habilidades apresentadas.

Qual é o valor da bolsa oferecida?
A bolsa concedida para os jovens participantes do projeto é de R$ 700 mensais. Este valor será destinado a até 20 jovens por capital, abrangendo um total de até 540 bolsistas em todo o Brasil, dependendo da disponibilidade de candidatos qualificados em cada localidade.
Quais são os critérios de seleção importantes?
Os critérios de seleção para o programa são:
- Idade: Os candidatos devem ter entre 18 e 29 anos.
- Residência: É necessário residir em uma das 27 capitais brasileiras.
- Formação: Os apresentantes devem demonstrar um interesse real e experiência em questões relacionadas à segurança alimentar.
Esses critérios são fundamentais para que o MDS possa selecionar jovens que realmente tenham potencial para impactar suas comunidades.
O que as atividades formativas incluem?
Os selecionados participarão de diversas atividades formativas, como:
- Oficinas presenciais: Serão oferecidas oficinas sobre alimentação saudável, comunicação e práticas de mobilização social.
- Mapeamento dos territórios: Essa atividade visa identificar as necessidades e potencialidades locais em relação à segurança alimentar.
- Desenvolvimento de ações de comunicação: Os participantes poderão criar e disseminar iniciativas que promovam a alimentação adequada em suas comunidades.
Como se inscrever no projeto?
Os jovens interessados devem acessar o site do projeto Comer Pra Quê nas Periferias e preencher o formulário de inscrição disponível. O prazo para a inscrição foi estendido, e agora é até 21 de setembro de 2026. É importante que os candidatos revisem suas informações antes de enviar a inscrição e se certifiquem de que atendem aos critérios de residência nas capitais contempladas.
Quais as cidades contempladas pelo programa?
O projeto abrange todas as 27 capitais brasileiras. Portanto, jovens de qualquer uma dessas cidades podem se inscrever para concorrer a uma das vagas disponíveis. Detalhes sobre a distribuição de vagas por capital podem ser encontrados no edital do projeto.
O que esperar do mapeamento dos territórios?
O mapeamento dos territórios é uma etapa crucial do projeto, pois permite a compreensão da realidade local em cada cidade. Os bolsistas irão:
- Identificar recursos: Descobrir quais recursos estão disponíveis na comunidade que podem contribuir para a segurança alimentar.
- Reconhecer desafios: Delimitar as dificuldades enfrentadas pela população em relação à alimentação e nutrição.
- Propor soluções: Colaborar na criação de estratégias que ajudem a resolver os problemas encontrados.
Como o projeto impacta a segurança alimentar?
O projeto “Comer Pra Quê nas Periferias” tem um papel transformador ao integrar jovens em ações relacionadas à segurança alimentar. As iniciativas proporcionadas pelo projeto não apenas fornecem recursos financeiros aos participantes, mas também incentivam:
- A conscientização: Ao empoderar jovens para se tornarem agentes de mudança em suas comunidades, promove a consciência sobre hábitos alimentares saudáveis.
- Networking: Conexões entre jovens de diferentes cidades podem levar ao compartilhamento de experiências e estratégias.
- A promoção de políticas públicas: O projeto pode influenciar diretamente a criação de políticas que favoreçam a segurança alimentar em áreas vulneráveis.

Especialista com vasta experiência em redação de artigos para sites e blogs, faço parte da equipe do site PaginasEditora.com.br na criação de artigos e conteúdos de benefícios sociais.


